terça-feira, 11 de outubro de 2011

Hoje apetece-me foder contigo, Eva.

Desaperta-me os botões com a boca. Voltas atrás, decides começar por me despir a camisa, com a fúria rasgas-me os botões, puxas-me o cabelo. Acalmas-te: lambes-me o mamilo, começas lentamente, arrancas-me as calças. Chegas a mim e depois de me lamberes o corpo todo, fazes-me um broche. Eu não aguento mais, quero que pares para não me vir. Tu insistes em continuar.

Apetece-me espetar-te contra a parede. Encosto-te contra a parede, estás ofegante. Eva, chamo pelo teu nome. Hoje escolheste tratar-me por Miguel. Berras para que te espete com força. Esqueço-me do preservativo. E rezo para que o processo de gestação acelere, que o filho seja feito e nasça exactamente naquele momento. Eva, és linda. As tuas curvas. Eva, quero foder contigo.

Eva, hoje estou desejoso por foder contigo. Eva, quero mesmo foder-te. Hoje fazer amor não está comigo. Quero desfazer-te contra a parede, lisonjear o carnal. Rebentar-te as entranhas, até que chegues ao clímax. Apetece-me foder-te até ao fim. Apetece-me estar todo dentro de ti. Eva, quero foder contigo a toda a hora.

Mas hoje é o dia em que me apetece mesmo foder contigo.

Dorme bem. Eu fodo-te e guio-te.

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