segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Três minutos de arte.

Um cigarro a consumir o tédio,
O tecto a pedir mais chuva para poder cair,
O Sol escondido e a brilhar para o outro hemisfério.

Estás de férias, acordas.
Hoje está a chover,
Consome a poesia,
Lê-me, lê-nos.
Brinda.
Brindemos.

Em três,
Passagens intemporais.
De poetas
Que eu não sou.
Que eu serei.
Jamais pensarei
No mundo,
Ignorância de cantar.
Serei um ignorante, feliz e incosciente.

Serei a pobre ceifeira,
Serei feliz. Sou feliz.
Em três minutos sou o ser mais feliz do planeta.
A felicidade em plenitude, eu abraço-a

Um banho chama por mim.
Uma água benta das nuvens.
Ruma à vida, eu vagueio.

Rumo à vida, eu penso.
Chuva: hoje estás molhada.
Até já chuva,
Até já chuva,
Até já chuva!

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