sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Eu sou a actualidade.

A geração de 1970/1980 é a contemporaneidade, se eles o são, eu sou actualidade.
Porque os meus textos, fruto do meu narcisismo, haverão de ter cem anos de solidão e continuar a ser actuais.

Morram os poetas, morram os estetas, morram todos que eu sou a actualidade!
Eu sou a actualidade.
Eu sou actual.
Não tenho nada para dizer
Só que sou actual.
Sou actual e é tudo.

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